De acordo com o crítico musical, quando um artista chega a um ponto tal, ele passa a ser exigido de uma forma quase que acima do ser humano, exemplificando com Carmem Miranda e Elvis Presley.“A partir daí, ele passa a não ter mais o controle sobre a sua arte. Ela tem uma tal quantidade de implicações em que ele fica submisso a esse redemoinho que leva ao paroxismo. Michael perdeu até as suas características”, ressaltou.
Zuza Homem de Mello lembrou que o “Rei do Pop” era um intérprete fabuloso desde a época dos Jackson Five. O crítico também lamentou que Michael, que chegou a ser uma das mais poderosas pessoas, terminasse seus dias quase que numa “penúria”.
Fonte Por: Mariana Riscala



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